quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Sorte ou Azar?

O sorteio dos grupos para a Copa de 2010 na África do Sul aconteceu na Cidade do Cabo e colocou o Brasil em um grupo bem complicado. Se Deus é brasileiro, por que teria deixado nossa seleção em um grupo tão difícil?


Jesus tentou negociar com os dirigentes da FIFA, mas não chegaram a um acordo.



Poderia Deus interferir em um sorteio? Aliás, fazer um sorteio é ir contra a vontade de Deus?

Algumas passagens bíblicas nos mostram que sortear, rifar, lançar sorte, etc, era uma prática bem comum.

Em Levítico 16, Deus mesmo ordena que Moisés leve dois bodes para holocausto e tirasse na sorte qual seria morto.

Quando o povo de Israel achou a Terra Prometida, como você acha que a dividiram para as 12 Tribos? De acordo com Josué 15, foi na sorte mesmo!


Decidiram em um grande bingo. O anjo cantava as pedras. Naquela época não tinha o famoso "33, a idade de Cristo".


Outra passagem marcante em que a sorte foi lançada aconteceu durante a crucificação de Jesus. Os soldados responsáveis pela escolta de Jesus, após prega-lo na cruz, tinha que decidir com quem ficaria a roupa do crucificado.

"Disseram, pois, uns aos outros: Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela, para ver de quem será."


Esse foi decidido nos dados. Monte Carlo style.

Mas poderia Deus interferir em um sorteio? Claro! Lembram de Jonas?

Jonas, conhecido como profeta fujão em nossos arraiais evangélicos, estava em um navio, indo para onde Deus não queria que ele fosse. O Senhor então afligiu o barco com uma grande tempestade e alguém teve a brilhante idéia.

"E diziam cada um ao seu companheiro: Vinde, e lancemos sortes, para que saibamos por que causa nos sobreveio este mal. E lançaram sortes, e a sorte caiu sobre Jonas."


A sorte caiu sobre Jonas e Jonas caiu do navio.


Podemos então dizer que sim, Deus pode usar um sorteio. Amigos cristãos, todos à loteria. A Mega Sena é nossa! Amém?






P.S. Aos preocupados com nosso grupo na Copa do Mundo:


Deus pode ser brasileiro, mas Kaká fala com ele em inglês.





quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Biblical Paranormal Activity

Na última semana, os cinemas começaram a mostrar o filme "Atividade Paranormal" do diretor Oren Peli. O filme ficou conhecido por seu baixo custo de produção e pelo grande sucesso nas bilheterias gringas.


Fiquei com mais medo quando vi esse filme do que quando eu lia Apocalipse quando era criança.


Resolvi procurar "atividades paranormais" na Bíblia e consegui achar duas histórias interessantes.

No filme, a "entidade" suspira o nome da mocinha durante a noite. A mesma coisa aconteceu com Samuel.


Samuel morava no Templo onde era treinado por Eli, um profeta de Deus, já meio velhinho.

E, em uma bela noite...

"E estando também Samuel já deitado, (...) O SENHOR chamou a Samuel."


"Samuel, Samuel."


O menino então correu para Eli e contou tudo a ele.


E agora, o que eu faço, papai Noel? Quero dizer, Eli?

"Por isso Eli disse a Samuel: Vai deitar-te e há de ser que, se te chamar, dirás: Fala, SENHOR, porque o teu servo ouve. Então Samuel foi e se deitou no seu lugar."


E assim o fez.

"Então veio o SENHOR, e pôs-se ali, e chamou como das outras vezes: Samuel, Samuel. E disse Samuel: Fala, porque o teu servo ouve."

Até esse ponto a história é relativamente conhecida no meio cristão. Mas a maioria das pessoas nunca souberam o que Deus queria falar a Samuel.

E, se nunca te contaram alguma parte de uma história bíblica é porque ela não é bonitinha. Mas aqui no Cruz em Credo, contamos a história toda.

Olha o recado:

"E disse o SENHOR a Samuel: Eis que vou fazer uma coisa em Israel, a qual todo o que ouvir lhe tinirão ambos os ouvidos. Naquele mesmo dia suscitarei contra Eli tudo quanto tenho falado contra a sua casa, começarei e acabarei. Porque eu já lhe fiz saber que julgarei a sua casa para sempre, pela iniqüidade que ele bem conhecia, porque, fazendo-se os seus filhos execráveis, não os repreendeu. Portanto, jurei à casa de Eli que nunca jamais será expiada a sua iniqüidade, nem com sacrifício, nem com oferta de alimentos."

Se você ficou com preguiça de ler, leia pelo menos o meu resumo:

"Avisa pra Eli que a casa dele vai cair. Já falei pra ele que não adianta fazer sacrifícios nem ofertas de alimento, porque já era. Ele e a família dele não perdem por esperar."

Um recado meio difícil pra um garoto dar pro seu mestre.

Samuel passou a noite acordado, pensando em como dar essa notícia pra Eli, mas no final, tudo ficou bem:

Samuel foi confirmado como profeta de Deus:

"E todo o Israel (...) conheceu que Samuel estava confirmado por profeta do SENHOR."


Toda essa história está em 1 Samuel 3.


A segunda história de atividade paranormal bíblica é bem mais bizarra.

A narrativa começa bem alegre:

"O rei Belsazar deu um grande banquete a mil dos seus senhores, e bebeu vinho na presença dos mil."

Mas ele usou os utensílios errados.

"Então trouxeram os vasos de ouro, que foram tirados do templo da casa de Deus, que estava em Jerusalém, e beberam neles o rei, os seus príncipes, as suas mulheres e concubinas."

Dica: usar vasos de ouro do templo da Casa de Deus em um bacanal NÃO é legal. Deus não curtiu e foi aí que a atividade paranormal começou.

"Na mesma hora apareceram uns dedos de mão de homem, e escreviam, defronte do castiçal, na caiadura da parede do palácio real; e o rei via a parte da mão que estava escrevendo."


A primeira pichação da história.


E, como toda boa atividade paranormal, deixou o rei meio assustado. Na verdade, bem assustado.

"Mudou-se então o semblante do rei, e os seus pensamentos o turbaram; as juntas dos seus lombos se relaxaram, e os seus joelhos batiam um no outro."




O rei chamou Daniel para decifrar o que a mão havia escrito na parede e ele o fez.

Tudo acabou bem.

Daniel foi pago pelo trabalho de tradução:

"Então mandou Belsazar que vestissem a Daniel de púrpura, e que lhe pusessem uma cadeia de ouro ao pescoço".

E o rei morreu.

"Naquela noite foi morto Belsazar, rei dos caldeus."

História completa da mão em Daniel 5.

sábado, 21 de novembro de 2009

Amigo é coisa pra se guardar no lado esquerdo do peito...

A história da amizade entre Paulo e Barnabé é emocionante. Recomendo aos leitores mais emotivos que peguem um lencinho antes de ler esse post.

Pronto? Vamos lá.

Tudo começou quando Deus escolheu dois servos da igreja de Antioquia para uma viagem missionária.

"Servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Separa-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado."

Paulo e Barnabé então formaram um grupinho e começaram a viagem que mudaria a vida dos dois.

Mas logo no começo da jornada, um dos membros do grupo amarelou.

"Partindo de Pafos, Paulo e os que estavam com ele chegaram a Perge, da Panfília. Mas João, apartando-se deles, voltou para Jerusalém."


Nem todos eram corajosos como Paulo e Barnabé.

Guardem esse acontecimento, ele será crucial no fim da história.

Mas Paulo e Barnabé continuaram, sem medo, em sua viagem missionária.

Eles pregaram com ousadia para judeus invejosos...

"Então os judeus, vendo a multidão, encheram-se de inveja e, blasfemando, contradiziam o que Paulo falava. Mas Paulo e Barnabé, usando de ousadia, continuavam pregando (...)"



Os dois pregavam mesmo quando já tinha gente querendo fazer sopa deles.

... e, quando era preciso, fugiam juntos.

"E havendo um motim, tanto dos judeus como dos gentios (...) para os insultarem e apedrejarem. Sabendo-o eles, fugiram para Listra e Derbe (...)"

E na cidade de Listra, ganharam até apelidos por terem feito um paralítico andar.

"As multidões, vendo o que Paulo fizera, levantaram a sua voz, dizendo (...): "Fizeram-se os deuses semelhantes aos homens, e desceram até nós." E chamavam Júpiter a Barnabé, e Mercúrio a Paulo;"



Paulo.


 Barnabé.

Muitos discursos em público, fugas, apedrejamentos fizeram da amizade de Paulo e Barnabé tornar-se algo muito forte.

Mas não indestrutível.

Os dois tinham acabado de resolver com uma igreja local uma questão ideológica: se para ser salvo era necessária a circuncisão. (Conclusão: Claro que não, dã!) E Paulo estava pronto pra pôr o pé na estrada, quando João, o cagão que ficou com medinho de viajar com Paulo e Barnabé, voltou à cena.

"E Barnabé queria também levar a João, chamado Marcos. Mas Paulo não achava justo levarem aquele que se afastara desde a Panfília, não os acompanhando no trabalho."

E o tempo fechou entre Paule e Barnabé.

"Houve entre eles tal desavença, que vieram a separar-se. Barnabé levando consigo João navegou para Chipre. Mas Paulo, tendo escolhido a Silas partiu encomendado pelos irmãos à graça do Senhor."

Cada um para o seu lado.

Música triste rolando, créditos sobem, The End.


 Mulher: "Mas, amor, eles eram tão amigos. Eram BFF"

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Quem Ri Por Último, Ri melhor

Hoje, eu tenho certeza que vai ter leitor du-vi-dan-do que essa história está na Bíblia. Por isso, no fim do post, deixarei um link para o site Bíblia Online.

Como vimos no post anterior, os filisteus mataram mais de 30 mil israelitas e roubaram a Arca da Aliança.

Eles então resolvem colocar a Arca no templo de Dagon, o deus dos filisteus.


A julgar pela foto, Dagon era um bispo sereio.


E depois que a Arca chegou lá, coisas estranhas começaram a acontecer.

"Levantando-se, porém, de madrugada no dia seguinte, (...) eis que Dagom estava caído com o rosto em terra, diante da arca do SENHOR; e tomaram a Dagom, e tornaram a pô-lo no seu lugar."

Alguém aí falou Poltergeist? Mas o pessoal de lá deve ter pensado: "Deve ter caído, o vento deve ter derrubado..."

"E, levantando-se de madrugada, no dia seguinte, pela manhã, eis que (...) a cabeça de Dagom e ambas as palmas das suas mãos estavam cortadas sobre o limiar; somente o tronco ficou a Dagom."

Bem, agora os filisteus ficaram com medo.

Mas o pior, a Arca guardou para o final.

"Porém a mão do SENHOR se agravou sobre os de Asdode, e os assolou; e os feriu com hemorróidas, em Asdode e nos seus termos."

Isso mesmo. HEMORRÓIDAS. Na Bíblia.



Ela acabou de descobrir que não precisa se envergonhar de seu problema.


Daí, os filisteus decidiram mudar o lugar da Arca pra ver se o problema se resolvia.

"(...) e disseram: Que faremos nós da arca do Deus de Israel? E responderam: a arca do Deus de Israel será levada até Gate. Assim levaram para lá a arca do Deus de Israel."

Mas não funcionou.

"E sucedeu que, assim que a levaram, a mão do SENHOR veio contra aquela cidade, com mui grande vexame; pois feriu aos homens daquela cidade, desde o pequeno até ao grande; e tinham hemorróidas nas partes íntimas."



Pergaminhos da época mostram como os filisteus sofreram.


E o capítulo termina com um versículo forte, deprimente.


"E os homens que não morriam eram tão atacados com hemorróidas que o clamor da cidade subia até o céu." 
(1 Samuel 5:12)


É ou não é um versículo pra se decorar?


Como prometido no início do post: 1 Samuel 5

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Tudo que é bom dura pouco.

Já vou logo avisando. A história do hoje terá muitas mortes. Mas acabará com nascimento.

Tudo começa com o povo de Israel entrando em guerra contra os filisteus.

Os filisteus eram um povo que gostava muito de guerra. Tinham gigantes em seus exércitos e táticas de guerra usadas até hoje.



THIS. IS. FILISTEUS!

E eles mostraram o quanto eram bons na primeira batalha contra os israelitas.

"E os filisteus se dispuseram em ordem de batalha, (...) Israel foi ferido diante dos filisteus, porque feriram na batalha, no campo, uns quatro mil homens."

O resto do exército de Israel picou a mula. Se reagruparam o começaram a pensar em como responder à essa derrota. Até que alguém teve uma idéia.

"Tragamos de Siló a arca da aliança do SENHOR, e venha no meio de nós, para que nos livre da mão de nossos inimigos."

A poderosa Arca da Aliança! Quem lembra dela nesse post sabe o que ela fez com um cara que só queria ajudar. Imagine o que ela faria com o exército inimigo.

Até os filisteus ficaram com medo.

"Por isso os filisteus se atemorizaram, (...) E diziam mais: Ai de nós! Tal nunca jamais sucedeu antes." 

Tudo certo pra mais um triunfo de Israel! Os filisteus finalmente seriam derrotados!



"A-arca-é-nossa-a-há-u-hú!"

Mas na hora do pega-pra-capar...

"Então pelejaram os filisteus, e Israel foi ferido, (...); e foi tão grande o estrago, que caíram de Israel trinta mil homens de pé. E foi tomada a arca de Deus."



Filisteus: "Perderam, playboys."

Não se ganha todas. Os filisteus arrasaram o exército e Israel e ainda roubaram sua "arma".

Só sobraram algusns soldados pra contar as notícias ao resto do povo. E foi assim que aconteceu um parto.

"Estando sua nora (...) grávida, e ouvindo estas notícias, de que a arca de Deus era tomada, e de que seu sogro e seu marido morreram, encurvou-se e deu à luz;"

E, aproveitando aquela climão, a moça deu um nome bem sugestivo ao filho.

"E chamou ao menino Icabô, dizendo: De Israel se foi a glória! Porque a arca de Deus foi tomada, e por causa de seu sogro e de seu marido."

Icabô. I-cabô. Significa "não há glória" em hebraico.

Assim, Israel aprendeu uma lição importante.


"Não dá pra ganhar todas."

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

No amor e na guerra vale tudo.

Há várias maneiras de vencer uma guerra. A segunda guerra mundial foi vencida com a bomba atômica. A guerra do Vietnã foi vencida por camponeses escondidos na floresta. Moisés ganhou uma guerra levantando os braços.


Não, Moisés não se rendeu.

O livro de Êxodo, no capítulo 17, conta que os amalequitas se levantaram contra o povo de Israel no deserto. Moisés, então prepara sua estratégia pouco convencional.

"Por isso disse Moisés a Josué: Escolhe-nos homens, e sai, peleja contra Amaleque; amanhã eu estarei sobre o cume do outeiro, e a vara de Deus estará na minha mão."

Você pode pensar: "Ele quer ganhar uma guerra com uma vara no topo do monte? Como?"



Se a vara fosse uma bazuca, faria mais sentido.

Essa vara de Deus era a mesma que foi parar na Arca da Aliança, então dá pra imaginar que a vara é uma boa arma de guerra.

Mas não bastava somente a vara.

"E acontecia que, quando Moisés levantava a sua mão, Israel prevalecia; mas quando ele abaixava a sua mão, Amaleque prevalecia."

Então era só Moisés ficar com os braços levantados durante um tempo segurando a vara de Deus e Israel ganharia a guerra. Simples!

Simples? Pegue uma vassoura, levante seus braços aí e tente ficar 10 minutos com eles levantados.

Imagine que a batalha de Israel durou do início do dia até o pôr-do-sol. Moisés precisou de uma mãozinha dos seus amigos.

"Porém as mãos de Moisés eram pesadas (...) e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pós."

Arão e Hur tiveram que ajudar Moisés e segurar seus braços pra assegurar a vitória de Israel na guerra. Um trabalho bem árduo.


Calor do deserto e falta de desodorante. Uma combinação perigosa. Veja que Arão quase não aguenta o CC de Moisés.

E assim, Israel ganhou essa batalha. Graças ao poder de Deus, da vara, de Moisés e de seus colegas!

Aprenda com Moisés. Se tiveres uma guerra na sua vida, se te emprensarem em um canto, levante as mãos ao céu.


Se não tiveres uma piada pra terminar um texto, coloque uma foto com gatinhos.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Muito ajuda quem não atrapalha.

A arca da aliança foi construída por Moisés, a mando do próprio Deus, e guardava em seu interior as duas tábuas da lei, a vara de Aarão e um vaso de maná e simbolizava a aliança entre Deus e o povo de Israel.


Não era essa arca.
\
Era feita de madeira, tinha 111 cm de comprimento e 66,6 cm de altura e largura. E era coberto de ouro por dentro e por fora.


Porque você acha que a Igreja Universal gosta tanto dessa arca?

Essa arca passou por poucas e boas e estava meio esquecida em uma cidadezinha de Israel até que o rei Davi teve a bela idéia de leva-la a Jerusalém. Essa história está no capítulo 13 de 1 Crônicas.

Arranjaram um carro novo, designaram os melhores motoristas.

"E levaram a arca de Deus, da casa de Abinadabe, sobre um carro novo; e Uzá e Aió guiavam o carro."

E foi preparada uma grande festa pois era um grande evento.

"E Davi e todo o Israel, alegraram-se perante Deus com todas as suas forças; com cânticos, e com harpas, e com saltérios, e com tamborins, e com címbalos, e com trombetas."

Davi ia na frente, dançando, claro.


Fato pouco conhecido: Davi inventou a Macarena.

E, no meio de toda aquela festa, ninguém imaginava que uma tragédia estava pra acontecer.

Naquele tempo não havia amortecedores e as ruas não deviam ser tão boas, então o carro, mesmo novo, balançava muito e...

"E, chegando à eira de Quidom, estendeu Uzá a sua mão, para segurar a arca, porque os bois tropeçavam."

Uzá, um dos motoras, viu que a arca ia cair do carro e a segurou.

Pô, o cara virou herói, né? Deus deve ter abençoado muito Uzá, né?

Não.

"Então se acendeu a ira do SENHOR contra Uzá, e o feriu, por ter estendido a sua mão à arca; e morreu ali perante Deus."


Deus é amor, sim. Mas nunca, nunca pegue na Arca da Aliança.

Davi, então, desistiu da idéia de levar a Arca pra Jerusalém.

"Por isso Davi não trouxe a arca a si, à cidade de Davi; porém a fez levar à casa de Obede-Edom, o giteu."

Ninguém sabe o paradeiro atual da Arca, o que a transforma em um dos mais procurados artefatos arqueológicos. Deixo aqui um aviso aos arqueólogosque lêem o Cruz em Credo: cuidado.



Deus: "Indiana Jones, sua hora vai chegar."